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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Irmãs há 20 anos

Não sei bem descrever o que é ser imã ou ter uma irmã, até porque esta deve ser das relações familiares a mais variável em termos de experiência de cada um. Há os irmãos que se detestam, que andam sempre à bulha, que não se ligam, como existem aqueles que andam sempre juntos para todo o lado e não se largam.
No nosso caso, não andamos sempre juntas e nem sempre nos damos bem, mas nunca ficamos muito tempo zangadas ou longe uma da outra. Não somos as melhores amigas, porque essa definição para mim acarreta alguém com quem partilho (quase) tudo da minha vida, e eu não sei tudo sobre a minha irmã nem ela sobre mim, mas por outro lado nunca houve nenhuma amiga que considerasse como irmã, porque essa ligação eu não tenho com mais ninguém. Sinto uma espécie de amor maternal por ela, porque sou uns anos mais velha, mas muitas vezes é ela a adulta e a que me dá colo e mimos. Somos às vezes confidentes, muitas vezes amigas e quase sempre companheiras de brincadeira e de rebeliões contra tudo o que magoe a outra. Somos um misto disto tudo e o resultado de um amor único que nos une, para o qual não existe outra palavra para o descrever senão irmãs.

Parabéns mana!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Saudade...


Porque hoje era o aniversário dele. E o P. era família, amor e é saudade. 
Parabéns amor da minha vida.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Quando for grande quero ser mãe.

Não se assustem, não levei uma estaladona de instinto maternal agora que fiz 26 anos de idade. Nem tão pouco tenho esse desejo para um futuro imediato. Não estou de todo preparada para arrumar as minhas botas de party girl, mas tenho notado em mim que esta coisa da maternidade já se faz anunciar.
Na verdade, nunca fui, nem nunca vou ser, daquelas mulheres que tomam de assalto qualquer carrinho de bébé que vêem a ser passeado na rua, que soltam gritinhos histéricos e falam com a criança numa língua estranha, enquanto fazem caretas e disparam "fofinhos", "bonitinhos" e outro -inhos para a mãe, gabando-lhe o rebento. Nunca fui particularmente dotada desse linguajar infantil e do tão afamado jeito-para-lidar-com-crianças, nem nunca o meu mundo estremeceu por avistar uma, mas confesso, ultimamente dou por mim a sorrir e a enternecer com as bochechas e as barriguinhas gordas dos bébés e com as vozes e risos das crianças e a sua insaciável curiosidade e aptidão para fazer asneiras. Sejam elas princesas ou marias-rapazes e eles reguilas ou pequenos homenzinhos. Adoro os espertalhões e despachados, adoro os destemidos, adoro quando estão desdentados e os que não são estragados com mimos.
Um dia vou querer um pequeno exército de crianças fofinhas, trincáveis, sorridentes e saltitantes! Um dia, quando for grande.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Toda a gente tem o seu

A propósito de hoje ser dia de concerto do Sting - mas porque raio é que sou tão rica em sonhos e pobre, pobre em ouro e todos os concertos fixes acontecem em Lisboa? - já vos disse que tenho um tio Zé, que há uns anos atrás, quando era mais loiro, era a versão mais curta do Sting em português?

O que me lembrou, por sua vez, de uma conversa que tive há umas semanas com amigos e que nos levou a esta enorme epifania: todo e qualquer espécimen português possui na sua árvore genealógica um irmão de seu pai, mãe ou avós - vulgo tio - de sua graça José - vulgo Zé! Sublinho toda-a-gente!

E agora como seria giro que vocês, meus caros leitores, que devem ser aos milhares, se revelassem e me ajudassem a comprovar esta nossa teoria espectacular e de estrondosa utilidade para a nossa vida mundana? - Também tu tens um tio Zé?
Sejamos ambiciosos e levemos esta enquete mais além: o meu tio Zé é parecido com o Sting e o teu?

domingo, 27 de maio de 2012