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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Pura e simplesmente TVI

Ora deixem-me ver se eu percebi: a Casa dos Segredos terminou e a TVI decide fazer mais uma gala - para fazer render o peixe. E eis senão quando surge um novo programa - achavam vocês, e a SIC e a (ainda) televisão pública, que a TVI tinha queimado os cartuchos todos... bébés!
E quando o concurso se propunha a durar duas semanas, eis que estendem a sua duração para mais uma semana! ...E mais outra ainda - tomem lá estações concorrentes, que já almoçaram!
E afinal também entram a jogo novos concorrentes a meio do programa e ex-namorados (o Dioguinho da Fannyzinha) - só para potenciar um bocadinho mais a peixeirada. E põe-se aquela merda no ar vinte vezes por semana - não vá o português mais incauto deixar de reparar que está a decorrer outra Casa dos Segredos.

Parece-me que a TVI está a fazer em televisão o mesmo que o Sporting fazia no campeonato, tentar de todas as maneiras descer de nível. Minha rica TVI: "há-des" conseguir! Não há Jesualdo que te valha.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Casa dos Segredos - eu vi!

Eu não queria, mas não resisti. Ontem à noite, na hora de ligar a televisão, o meu fascínio pela decadência humana aliado ao meu gosto por lixo televisivo foram mais fortes e eu, impotente, deixei que o meu dedo deslizasse para o número quatro do comando... E meu Deus, como eu fiquei fascinada!
Tantos e tantos facepalms que dei a mim própria que julguei que hoje ia acordar com a testa pisada! Tantas vezes que mudei de canal por vergonha alheia e tantas vezes que me ri!
Aquilo é bom! A Teresa Guilherme ainda melhor! E a Cátia Mááárisa de S. Mamede de Infesta é top!

E não se armem em pseudo-intelectuais ou pseudo-culturais. Português que se preze gosta tanto destes programas como de um bom arraial ou do Marco Paulo. Cada um de nós tem um azeiteiro dentro de si, seja a abanar a anca a ouvir Emanuel, a ver reality shows ou a assistir aos jogos do Benfica! (Benzó Deus que me encaixo no segundo grupo! ...Vá, sob certas circunstâncias sociais, no primeiro também.)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O verdadeiro rock star!

Aos Domingos, nas noite em que fico por casa - em vez de ver a aguda Cristina Ferreira e o constante roço entre a milf Alexandra Lencastre e o Zézinho (que um dia entre as suas pielas há-de acabar o seu curso de Medicina) ou a Bárbara Guimarães a fazer figura de parva com os seus comentários acerca dos looks (desta feita, sem o sotaque da Roberta, mas com uma dicção exímia em substituição) e o Manuel Moura dos Santos com a sua cara mete-nojo a convidar os concorrentes a dirigirem-se aonde estiverem excrementos depositados - eu corro para ver American Idol!
Não por causa da qualidade dos concorrentes/cantores, que dão 15-0 aos nossos ou por causa da lindíssima J-Lo, que ora se apresenta com um estilo à Audrey Hepburn ora com umas simples calças de ganga e top e está sempre MA-RA-VI-LHO-SA, mas sim por causa do STEVEN TYLER!

ELE-É-O-VERDADEIRO-ROCK-STAR!

Sempre a curtir e bem a cagar-se para convenções: eu adoro-o!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O meu momento 9gag!

Enquanto pesquisava sobre um chef indiano, Reza Mahammad, eis o que me surgiu como sugestão do Google:


Só mesmo com rezas é que isto pode chegar lá!

...

Em relação a este chef, vi o programa dele no fim-de-semana na Food Network e fiquei...abesbílica!!! Ele é um cruzamento entre o Sheldon Cooper (The Big Bang Theory) e José Castelo Branco, mas INDIANO! Imperdível!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Como eu adoro finais felizes!

AVISO EM LETRAS GARRAFAIS: AQUI VAI-SE FALAR SOBRE O FINAL DE TEMPORADA DE HIMYM!


Pronto.
Tomadas as devidas precauções em relação a quem não viu e para que ninguém se chateie, falemos então de How I met your mother!

Depois de uma temporada fraquíssima, eis que finalmente se soube com quem o Barney vai casar!!!  (Ninguém quer saber quem é a parva da mulher do Ted...)
Arrisco-me a ficar contente com este final, apesar de terem sugerido que o casamento correu muito mal, o que pode significar outra reviravolta prestes a acontecer na próxima temporada, e retorcida como tem sido usual, mas querendo acreditar que não: YEAAAHHHH! É A ROBIN!!!

É certo que a série já não tem nem metade da piada que tinha nas primeiras quatro, cinco temporadas e tem vindo a deteriorar-se e a arrastar-se até à exaustão. How I met your mother perde sobretudo ao apresentar laivos de novela mexicana, graças aos constantes melodramas da vida amorosa do Ted e com o desgaste da personagem Barney, cujas piadas habituais de solteiro já cansam e não combinam com o amadurecimento pouco credível e sustentado que teve.
Na minha opinião, aliás, foi uma aposta ambiciosa o estabelecimento de uma meta para uma série de comédia e, neste caso, o propósito de toda série, que é efectivamente contar como é que o Ted conheceu a mãe dos seus filhos. Eventualmente o percurso feito até lá iria esgotar a dinâmica e o humor da história, o que se verificou.

De qualquer das formas, e deixando de lado esta minha veia de pseudo-crítica, esta temporada conferiu a minha única exigência para assistir à próxima, que era um final feliz entre o Barney e a Robin! Porque eu adoro finais felizes! Pelo menos, em relação a histórias de amor um final feliz é mandatório.

Porque se nem nos ecrãs se vêm finais felizes, que nos dão a esperança e inspiração de sonhar, onde é que vamos buscar as nossas referências? Não nas notícias ou nas ruas, por onde andam queixas esparramadas. Pois se não é da crise é do tempo, e se não é do tempo é da saúde, e se não é da saúde é dos maridos ou das mulheres. Não no país da saudade e do fado, que segundo constam alguns inquéritos não é um país muito feliz.
Imaginem uma criança a crescer a ouvir todos os contos de fadas com finais infelizes. Imaginem que nenhum príncipe beijou a Bela Adormecida e que ela acabou por morrer, desidratada, anoréctica e virgem (!) ou que o Simba entra em depressão após a morte do pai e comete suicídio, deixando o tio Scar a reinar a selva! Quão perturbadas que não seriam essas crianças? É certo que não somos crianças, mas nem por isso acho que temos de deliciarmo-nos com finais entristecidos, que devem os entendidos em "maus finais" julgar mais aliciantes intelectualmente, mas não eu.
Nem tão pouco me parece particularmente divertido um fim insuspeito e amargo, quando todo o filme ou série envolve o público e aponta para um final feliz. É daqueles tipos de resolução em que quase se pode ouvir a gargalhada maquiavélica do(s) argumentista(s), através da mensagem: "Julgavam vocês que o casal maravilha, com o qual vos cativei e que está claramente apaixonado ia acabar junto? Mas EU NÃO QUIS! ahahah AhAhAh AHAHAH!" Very amusing...

...Eu sei, sou uma romântica... Bahhh

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Obama and a sexy jam

A Michelle faz flexões na Ellen DeGeneres. E vai daí, o Obama pimba, entra num Slow jam the news!
E porque não?


Que saudades do Jimmy Fallon!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

If


If you learn you grow.

If you find you doubt.

And if you want to know more you are alive!