We love the eighties!
A mulher dos apartes
Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
O verdadeiro rock star!
Aos Domingos, nas noite em que fico por casa - em vez de ver a aguda Cristina Ferreira e o constante roço entre a milf Alexandra Lencastre e o Zézinho (que um dia entre as suas pielas há-de acabar o seu curso de Medicina) ou a Bárbara Guimarães a fazer figura de parva com os seus comentários acerca dos looks (desta feita, sem o sotaque da Roberta, mas com uma dicção exímia em substituição) e o Manuel Moura dos Santos com a sua cara mete-nojo a convidar os concorrentes a dirigirem-se aonde estiverem excrementos depositados - eu corro para ver American Idol!
Não por causa da qualidade dos concorrentes/cantores, que dão 15-0 aos nossos ou por causa da lindíssima J-Lo, que ora se apresenta com um estilo à Audrey Hepburn ora com umas simples calças de ganga e top e está sempre MA-RA-VI-LHO-SA, mas sim por causa do STEVEN TYLER!
ELE-É-O-VERDADEIRO-ROCK-STAR!
Sempre a curtir e bem a cagar-se para convenções: eu adoro-o!
Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
Something like that
A roçar o hipster, mas numa versão girly e romântica da FOX Life, pura verdade em relação a mim:
...E um dia serei!
O meu momento 9gag!
Enquanto pesquisava sobre um chef indiano, Reza Mahammad, eis o que me surgiu como sugestão do Google:
Só mesmo com rezas é que isto pode chegar lá!
...
Em relação a este chef, vi o programa dele no fim-de-semana na Food Network e fiquei...abesbílica (nunca usei este termo, mas este foi caso para tal)!!! Ele é um cruzamento entre o Sheldon Cooper (The Big Bang Theory) e José Castelo Branco, mas indiano! Imperdível!
Coisas boas que se ouvem na Smooth FM
À uns meses atrás (ano?) o meu amigo B. aconselhou-me a ouvir Melody Gardot.
Ouvi uma música, achei graça, mas nunca mais me dediquei a conhecê-la. Aliás como faço frequentemente, confesso. Sou uma preguiçosa musical! Raramente invisto em conhecer grupos ou cantores que me indicam e depois acabo por descobri-los meses ou mesmo anos mais tarde...
Porém, na Smooth FM, também aconselhada por ele, tenho andado a ouvir uma voz que me obrigou a pesquisar sobre ela. E assim voltei a encontrar Melody Gardot!
Não é a paixão da minha vida, mas que agradável que é!
Ouvi uma música, achei graça, mas nunca mais me dediquei a conhecê-la. Aliás como faço frequentemente, confesso. Sou uma preguiçosa musical! Raramente invisto em conhecer grupos ou cantores que me indicam e depois acabo por descobri-los meses ou mesmo anos mais tarde...
Porém, na Smooth FM, também aconselhada por ele, tenho andado a ouvir uma voz que me obrigou a pesquisar sobre ela. E assim voltei a encontrar Melody Gardot!
Não é a paixão da minha vida, mas que agradável que é!
Sexta-feira, 18 de Maio de 2012
O meu novo telemóvel é um fofinho!
Dado que tive de declarar o óbito do meu antigo telemóvel, que caiu desamparadamente de visor para baixo, eis que voltei às teclas! Portanto, cada vez mais distante do smartphone da moda, comigo vai-se de cavalo para burro!
No entanto, o meu novo telemóvel, um gordinho Nokia rosa clarinho, descobri ontem à noite, é um fofinho que me deseja boa noite! Estava eu a programá-lo para me despertar, quando ele me diz "Durma descansado(a). Se desligar o telemóvel, o alarme despertará à mesma."
Pode não ser esperto, mas o meu novo telemóvel é praticamente um ursinho carinhoso!
No entanto, o meu novo telemóvel, um gordinho Nokia rosa clarinho, descobri ontem à noite, é um fofinho que me deseja boa noite! Estava eu a programá-lo para me despertar, quando ele me diz "Durma descansado(a). Se desligar o telemóvel, o alarme despertará à mesma."
Pode não ser esperto, mas o meu novo telemóvel é praticamente um ursinho carinhoso!
Como eu adoro finais felizes!
AVISO EM LETRAS GARRAFAIS: AQUI VAI-SE FALAR SOBRE O FINAL DE TEMPORADA DE HIMYM!
Tomadas as devidas precauções em relação a quem não viu e para que ninguém se chateie, falemos então de How I met your mother!
Depois de uma temporada fraquíssima, eis que finalmente se soube com quem o Barney vai casar!!!
(Ninguém quer saber quem é a parva da mulher do Ted...)
Arrisco-me a ficar contente com este final, apesar de terem sugerido que o casamento correu muito mal, o que pode significar outra reviravolta prestes a acontecer na próxima temporada, e retorcida como tem sido usual, mas querendo acreditar que não: YEAAAHHHH! É A ROBIN!!!
É certo que a série já não tem nem metade da piada que tinha nas primeiras quatro, cinco temporadas e tem vindo a deteriorar-se e a arrastar-se até à exaustão. How I met your mother perde sobretudo ao apresentar laivos de novela mexicana, graças aos constantes melodramas da vida amorosa do Ted e com o desgaste da personagem Barney, cujas piadas habituais de solteiro já cansam e não combinam com o amadurecimento pouco credível e sustentado que teve.
Na minha opinião, aliás, foi uma aposta ambiciosa o estabelecimento de uma meta para uma série de comédia e, neste caso, o propósito de toda série, que é efectivamente contar como é que o Ted conheceu a mãe dos seus filhos. Eventualmente o percurso feito até lá iria esgotar a dinâmica e o humor da história, o que se verificou.
De qualquer das formas, e deixando de lado esta minha veia de pseudo-crítica, esta temporada conferiu a minha única exigência para assistir à próxima, que era um final feliz entre o Barney e a Robin! Porque eu adoro finais felizes! Pelo menos, em relação a histórias de amor um final feliz é mandatório.
Porque se nem nos ecrãs se vêm finais felizes, que nos dão a esperança e inspiração de sonhar, onde é que vamos buscar as nossas referências? Não nas notícias ou nas ruas, por onde andam queixas esparramadas. Pois se não é da crise é do tempo, e se não é do tempo é da saúde, e se não é da saúde é dos maridos ou das mulheres. Não no país da saudade e do fado, que segundo constam alguns inquéritos não é um país muito feliz.
Imaginem uma criança a crescer a ouvir todos os contos de fadas com finais infelizes. Imaginem que nenhum príncipe beijou a Bela Adormecida e que ela acabou por morrer, desidratada, anoréctica e virgem (!) ou que o Simba entra em depressão após a morte do pai e comete suicídio, deixando o tio Scar a reinar a selva! Quão perturbadas que não seriam essas crianças? É certo que não somos crianças, mas nem por isso acho que temos de deliciarmo-nos com finais entristecidos, que devem os entendidos em "maus finais" julgar mais aliciantes intelectualmente, mas não eu.
Imaginem uma criança a crescer a ouvir todos os contos de fadas com finais infelizes. Imaginem que nenhum príncipe beijou a Bela Adormecida e que ela acabou por morrer, desidratada, anoréctica e virgem (!) ou que o Simba entra em depressão após a morte do pai e comete suicídio, deixando o tio Scar a reinar a selva! Quão perturbadas que não seriam essas crianças? É certo que não somos crianças, mas nem por isso acho que temos de deliciarmo-nos com finais entristecidos, que devem os entendidos em "maus finais" julgar mais aliciantes intelectualmente, mas não eu.
Nem tão pouco me parece particularmente divertido um fim insuspeito e amargo, quando todo o filme ou série envolve o público e aponta para um final feliz. É daqueles tipos de resolução em que quase se pode ouvir a gargalhada maquiavélica do(s) argumentista(s), através da mensagem: "Julgavam vocês que o casal maravilha, com o qual vos cativei e que está claramente apaixonado ia acabar junto? Mas EU NÃO QUIS! ahahah AhAhAh AHAHAH!" Very amusing...
...Eu sei, sou uma romântica... Bahhh
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